Repensando a Plantation
paisagens simbólicas, sociais e materiais
programação
Segunda-feira, 4 de maio | Terça-feira, 5 de maio
09.30
Abertura:
Flávio Gomes (LAH/UFRJ)
Dale Tomich (Binghamton University/Professor-Visitante CAPES/PPGAS/MN/UFRJ)
14.00
Mesa 2: Cartografias Alternativas
Robert Slenes (Unicamp)
A descida de um ‘grande arco’: taxas diferenciais de alforria, mobilidade social e a formação de identidades entre escravos, libertos e negros livres no Sudeste (1791-1888)
Maria Helena Machado (Departamento de História, FFLCH/USP)
Agência e Culturas de Plantation: A déca de 1880 e a organização dos movimentos de escravos
Luiz Nicolau Parés (UFBA)
O processo de crioulização no Reconcavo baiano
10.00
Mesa 1: Repensando o Modelo
Moacir Palmeira (PPGAS/MN/UFRJ)
Plantation: transformações de um modelo
Dale Tomich (Binghamton University/Professor-Visitante CAPES/PPGAS/MN)
Plantation Perspectives: New Approaches to Atlantic History
Flávio Gomes (LAH/UFRJ)
Nas margens da plantation: doações de terra e economia própria de escravos e libertos (Vale do Paraíba e Norte Fluminense, 1840-1895)
16.00
Mesa 3: Paisagens em Movimento
Juan Giusti (Universidad de Puerto Rico)
Repensando las Antillas Hispanas en los siglos XVII-XVIII: mas allá del paradigma de “isla azucarera”
José Sérgio Leite Lopes (PPGAS/MN/UFRJ)
O ponto de vista dos operários da parte industrial da plantation açucareira sobre o seu trabalho
Maria Dulce Gaspar (Arqueologia, Museu Nacional/UFRJ)
Cultura material, cotidiano e possibilidades arqueológias nas fronteiras da plantation: sitio Macacu 4 no recôncavo
da Guanabara
Foto: "Caximbos do Recôncavo da Baia de Guanabara", Coordenação MaDu Gaspar. Foto Beto Barcellos